Após um ferimento, Glória é avisada que deve participar do ritual de tatuagem do brasão da família Camorra, obrigatório para quem assume o poder. Apesar da tradição exigir que a tatuagem seja feita pelo tio, Glória decide agir por conta própria e escolhe quem a tatuará sem envolver a figura esperada. A tensão aumenta quando um homem importante da família expressa sua recusa em seguir o protocolo, afirmando que sua posição não depende de sangue nem antiguidade, mas de lealdade e força. O episódio termina com essa decisão desafiadora, gerando incerteza sobre as consequências imediatas.