No hospital, uma cirurgiã é detida por Rafael enquanto familiares a acusam de ser a amante e exigem vingança. Eles ordenam que Rafael destrua a mão dela para impedir que opere. A médica diz que foi com aquela mão que operou a paciente e que é a única capaz de salvá‑la. A família, preocupada com o bebê na barriga de uma das mulheres, pressiona por ação imediata. A cirurgiã avisa que vão se arrepender, mas a tensão aumenta e fica em aberto se Rafael obedecerá e arriscará a salvação da mulher e da criança.