Transportada para um livro ambientado nos anos 80, Leonor desperta como a ex-mulher malvada e falecida de um magnata deficiente. Ela está vinculada a um sistema de 'vilã malvada' que a obriga a semear crueldade e caos para tentar voltar para casa. Determinada, ela aceita o papel com desdém: 'Vilã? Nem cachorro aceita esse papel, mas eu aceito.' Ao interpretar a malvada com vigor, Leonor não prevê que a família começa a ouvir suas mentes. O vínculo entre eles se aprofunda. Em crise e surpresa, até o marido, antes imóvel pela deficiência, se levanta e declara que só ela é sua escolha. O desfecho força Leonor a escolher entre escapar e assumir laços que voltam a pulsar.
Comentarios
Ver Todos >Julia
Química entre Leonor e o magnata é linda. Mesmo com deficiência, ele a escolhe depois; isso me emocionou.
2026-03-23 06:13:19
Felix
Queria que Leonor fosse ainda mais má, mas com jeitinho. Humor irreverente e frases ótimas pra repetir.
2026-03-14 02:29:32
Jack
Adorei as pequenas cenas em que a família compartilha pensamentos. Esses momentos explicam dinâmicas e geram choque emocional.
2026-03-10 08:40:57