Yara visita a casa de alguém, aparentemente da família imperial, para discutir a data de seu casamento com o Príncipe Duarte. Apenas sua acompanhante, Dona Clara, está com ela. É sugerido o dia nove de outubro, mas ela recusa, lembrando-se de que na sua vida passada casou-se nessa mesma data sob uma tempestade, o que lhe trouxe desgraça e a fama de azarada. Em vez disso, ela propõe casar-se em três de junho, apesar de ser uma data considerada muito próxima. Yara demonstra pressa em concretizar a união, revelando seu desejo direto de se tornar esposa do príncipe o mais rápido possível.