No banquete onde o Imperador decide seu casamento, Yara, agora renascida aos dezoito anos após uma vida de humilhação ao lado do Príncipe Herdeiro Enrico, recusa o destino que conhece. Em vez de confessar seu antigo amor por Enrico, como faz sua irmã por ela, Yara surpreende a todos ao declarar não ter sentimentos pelo herdeiro. Perante o soberano, ela pede para se casar com o outro príncipe, Duarte, tentando reescrever seu próprio futuro com uma decisão inesperada.
Yara, uma mulher de família em declínio, expressa seu desejo de se casar com o Príncipe Duarte, um herói de guerra que está há anos inconsciente. Ironicamente, enquanto ela é humilhada e abandonada no frio por alguém do seu convívio, sua resolução só aumenta. Ela decide que o príncipe, que se lembra ter acordado em uma vida passada, é sua única chance de controlar seu destino. Com o apoio de uma autoridade superior, seu pedido de casamento com o príncipe adormecido é oficialmente concedido, selando seu futuro a um homem que pode nunca despertar.
A Srta. Yara solicitou ao Imperador para casar com o Tio Duarte, o que um servo relata ao príncipe herdeiro Enrico, que está a dormir. Apesar do pedido formal, Yara parece indiferente e desdenha a atenção de Enrico. Uma mensageira da Imperatriz chega a Yara com datas de casamento e um convite para uma conversa privada no palácio. Yara, lembrando que a Imperatriz nunca foi amigável com ela numa vida passada, fica desconfiada com o convite súbito. Apesar do noivado formalizado, ela decide acompanhar a mensageira para descobrir as verdadeiras intenções por trás deste encontro.
Yara visita o palácio, supostamente a mando da imperatriz para tratar de seu casamento com o Príncipe Duarte. O príncipe herdeiro a confronta, acusando-a de fingir distância e ainda persegui-lo, expressando seu nojo. Yara, recordando seu medo de explicações em uma vida passada, desta vez nega veementemente. Ela afirma que não sente afeto por ele e que sua presença é apenas por ordens superiores. A situação se encerra com Yara desafiando o príncipe a confirmar sua história com a imperatriz, deixando claro que seus caminhos agora são separados.
Uma mulher visita a corte imperial e encontra um príncipe tentando dissuadi-la de aceitar um casamento arranjado com o Tio Duarte, que está inconsciente há anos e pode nunca acordar. A mulher rejeita os alertas, declarando sua longa admiração pelo príncipe e aceitando ficar ao seu lado, independentemente de sua condição. O príncipe fica chocado com sua decisão. Mais tarde, a mulher é recebida pela imperatriz, que a recebe calorosamente e a convida para se sentar ao seu lado na corte, solidificando sua nova posição.
Yara visita a casa de alguém, aparentemente da família imperial, para discutir a data de seu casamento com o Príncipe Duarte. Apenas sua acompanhante, Dona Clara, está com ela. É sugerido o dia nove de outubro, mas ela recusa, lembrando-se de que na sua vida passada casou-se nessa mesma data sob uma tempestade, o que lhe trouxe desgraça e a fama de azarada. Em vez disso, ela propõe casar-se em três de junho, apesar de ser uma data considerada muito próxima. Yara demonstra pressa em concretizar a união, revelando seu desejo direto de se tornar esposa do príncipe o mais rápido possível.
A Imperatriz discute os preparativos do casamento de Yara com seu filho, o Príncipe Enrico. Ela sugere adiar a data, mas Enrico, possivelmente ainda com sentimentos por Yara, defende a realização da cerimônia em junho conforme o desejo dela. O conflito surge quando a Imperatriz, alegando que o noivo, Príncipe Duarte, está desacordado, propõe que Enrico seja quem vá buscar a noiva. Yara, presente, rejeita educadamente a sugestão, indicando outro membro da família real. O episódio termina com a Imperatriz percebendo um possível equívoco sobre os sentimentos do filho, enquanto a tensão sobre os reais envolvimentos emocionais fica no ar.
No início do episódio, Yara se envolve em um acidente, provocando preocupação de um homem. Ele pede desculpas e promete cuidar dela, enquanto Yara reflete sobre como, em sua vida passada, esse mesmo homem gradualmente se afastou e ficou frio com ela. Um terceiro personagem intercede junto ao homem, chamado Enrico, argumentando que Yara não teve culpa no incidente passado e que seu ódio por ela é injusto. Enrico, contudo, desconfia das motivações de quem defende Yara. A conversa então se volta para o casamento do Tio Duarte, onde há necessidade de alguém da família buscar a noiva no lugar do noivo. É revelado que Yara espera que Enrico aceite essa tarefa. O interlocutor insinua que o interesse de Yara pelo Tio Duarte é apenas uma estratégia para chamar a atenção de Enrico e sugere que ele aceite a missão para depois ver a reação frustrada dela. Relutantemente, Enrico concorda em fazer como o outro deseja, fechando a cena com uma acusação silenciosa contra Yara.
No dia do seu casamento, a princesa Yara lamenta a ausência da família enquanto é conduzida à sua comitiva. Noivo, Enrico Xavier, a interpela, acusando-a de usar o amor pelo Tio Duarte como uma artimanha para atraí-lo. Ele revela acreditar que todo o comportamento de Yara era uma tentativa de fazê-lo se arrepender e raptá-la publicamente, demonstrando desprezo por suas 'fantasias'. Yara, surpresa, questiona sua arrogância. O conflito é interrompido pela chegada de outra comitiva liderada por Carlos, que afirma estar ali para buscar a noiva em nome do Tio Duarte, lançando um novo desafio ao plano de Enrico.
O príncipe herdeiro Enrico e a princesa Yara recebem a notícia de que, a pedido da própria Yara, a Imperatriz ordenou que Carlos fosse buscar a noiva no lugar do príncipe. O casamento é uma concessão imperial, mas Enrico recusa-se a permitir que Yara use a liteira, humilhando-a ao obrigá-la a ir a pé para o palácio. A princesa confronta o príncipe, acusando-o de ser repugnante. No momento em que Duarte chega para recebê-la, a situação de Yara dentro do palácio permanece indefinida e tensa.