Ao chegar a um lar antigo, a pessoa que vive ali anuncia que vai chamar alguém para reformar e que, quando for para o exército, quer deixar "vocês" tranquilos. Na mesma noite, Juliana é guiada a um quarto simples enquanto um homem traz água e pede para lavar os pés do ocupante. O homem insiste em cuidar daquela noite, promete 'ser gentil' e muda o tratamento, com a linha "Ainda me chama de Senhor?" seguida por "Querido...". A cortesia vira aproximação ambígua, deixando em aberto o que acontecerá durante a noite.