Uma jovem com o Corpo da Lua Gélida é condenada a ser sacrificada viva por sua própria família e pelo Príncipe Xiao Ran, seu prometido, para acabar com a seca que assola o Império Qi. Seu pai e sua madrasta a traem, motivados pela ambição de se tornarem a família imperial. Enquanto as chamas a consomem, ela invoca a Deusa da Lua Sombria com seu próprio sangue, lançando uma maldição eterna por tamanha injustiça. A chuva cai, celebrada pelos traidores, mas ela renasce em seu corpo divino, lembrando-se do juramento de paz que outrora aceitou. Determinada a constatar a traição do império ao povo, a deusa agora desce à Terra para julgar e, se necessário, derrubar a dinastia que ela mesma ajudou a criar.
Após Su Heng trazer chuva para o reino, uma luz sagrada desce sobre sua casa, interpretada como um sinal do despertar da Deusa. O imperador conclui que a filha de Su Heng, Su Yanran, é a reencarnação divina e decreta seu casamento com o príncipe. Enquanto presentes luxuosos chegam para a noiva, a própria Su Yanran, já convencida de seu destino, é surpreendida ao ser confrontada por uma pessoa que ela acreditava estar morta.
Su Yue, uma jovem que deveria ter sido sacrificada, retorna viva à casa do marquês, causando espanto e acusações. A filha do marquês ordena que ela se ajoelhe e a agride, mas Su Yue reage com força inesperada, batendo na agressora. Os presentes ficam chocados com sua atitude alterada. Quando guardas tentam prendê-la, Su Yue revela sua verdadeira identidade como a Deusa da Lua Sombria, uma princesa com grande poder. Enquanto a filha do marquês insiste para que o recém-chegado Príncipe Xiao Lan a puna, o príncipe, surpreendentemente, dirige-se a Su Yue com respeito e pede desculpas a ela, invertendo completamente a dinâmica de poder no local.
Príncipe Xiao Lan intriga a corte ao fazer uma reverência a Su Yue, a filha de uma comerciante desprezada. Quando a poderosa Princesa Imperial Zhenmu ordena a presença de Su Yue, membros da família tentam substituí-la pela irmã Su Yanran, que agora é noiva do Príncipe Xiao Ran. Xiao Ran, no entanto, confronta os rivais e reafirma publicamente Su Yue como sua futura imperatriz através de um decreto de casamento. Su Yue, olhando-o com um olhar intenso que o surpreende, parece não ser mais a mesma mulher. Ela lhe pergunta diretamente se ele quer ser imperador, e ele aceita o desafio, declarando que o trono do Império Qi será seu.
Em uma audiência, Su Yue, uma mulher sem posição oficial, ousa questionar publicamente a sucessão do trono. Sua ousadia enfurece um príncipe rival, que a acusa de bruxaria e ordena sua execução por espancamento. Enquanto os guardas avançam, um eunuco chega com um decreto imperial inesperado, nomeando o Príncipe Xiao Lan como herdeiro, não o príncipe que ordenou a morte de Su Yue. O príncipe derrotado fica perplexo e suspeita da influência da mulher. Mais tarde, Su Yue, agora confiante, recebe um convite da Princesa Imperial, mas responde com desafio, dizendo que a princesa deve ir até ela e questionando a capacidade da dinastia Xiao de continuar governando.
A situação imediata envolve uma mulher que usurpou a posição e os aposentos de outra, chamada Su Yanran. Su Yanran e sua mãe planejam se vingar durante o aniversário de 90 anos do velho Duque Song, avô de Su Yanran. Elas falsificam a caligrafia da usurpadora em um presente que amaldiçoa o duque, esperando que seu temperamento explosivo leve à execução imediata da rival. No entanto, a mulher alvo está ciente da armadilha e a vê como um mero truque. Decidida a transformar o jogo, ela se prepara para enfrentar o duque, um simples mortal que ela não vê há décadas, prometendo um presente muito maior caso ele seja inteligente.
Su Yue encontra-se em uma cerimônia onde, sem querer, ocupa o assento do Príncipe Herdeiro. Isso é visto como um grave desrespeito pela filha do Duque Song, que a acusa publicamente de ofender a hierarquia e ordena aos guardas que a joguem no rio. No entanto, o Príncipe intervém e afirma que, com sua presença, ninguém deve perturbá-la. A filha do duque, alarmada pela proteção dada à Su Yue, alerta o tio sobre a ameaça que ela representa para o status da família. O duque chega, mas os preparativos para a apresentação de presentes começam sob tensão, com Su Yue observando a instabilidade dos corações humanos.
Durante a festa de 90 anos do Duque, os convidados apresentam presentes luxuosos. Su Yue, a mais velha da Família Su, é pressionada a seguir. Para horror de todos, seu presente é uma placa memorial, interpretada como uma maldição de morte. Imediatamente acusada de insultar a Família Song, ela é condenada à execução por pauladas. Uma mulher presente, Su Yanran, sussurra que apenas deu um empurrãozinho, insinuando uma armadilha. Quando um homem tenta interceder, o Duque, furioso, ordena que tragam o instrumento de execução, selando o destino iminente de Su Yue.
O episódio começa com um homem acusando uma mulher, a Sra. Su Yue, de ter feito um erro intencional que prejudicou seu avô. Ele exige vingança e tenta atacá-la, mas é contido por outra pessoa que alega uma possível conspiração contra ela. A situação se agrava quando uma terceira mulher insiste na execução imediata da acusada, intensificando o confronto. A chave da virada ocorre quando a própria acusada se defende, sugerindo que quem distorceu os fatos é outra pessoa, o que parece chamar a atenção de uma figura de autoridade. Em um momento final de tensão, enquanto a ameaça de morte paira sobre ela, o avô que fora supostamente prejudicado surge e parece reconhecê-la, criando uma reviravolta inesperada e deixando o destino da mulher e a verdade sobre o caso em aberto.
Uma jovem acusada de ser uma impostora pela família Song é defendida por um homem mais velho que a identifica como a verdadeira Deusa da Lua Sombria. Ele afirma que seu sacrifício foi fundamental para a fundação do Império Qi. Enquanto uma mulher rival insulta a jovem e sua mãe, um membro da família interrompe o conflito com um gesto de violência. A revelação chega ao clímax quando outro homem ameaça rasgar um contrato antigo e sagrado, alertado de que isso causaria a queda do império em uma semana. O destino de todos agora pende sobre uma decisão precipitada.