Emília, que ficou com o pai após o divórcio e vive com três irmãos, é pressionada pela família a aceitar um casamento arranjado com o presidente do Grupo Augusto, Sr. Danilo, para salvar os negócios. Ela recusa — "Mesmo que eu morra, eu não caso" — e sofre agressões; o pai ordena que a vigiem e impede a fuga. A família admite que contratos fechados vieram graças a Emília na Família Lopes, mas mantém a exigência do casamento. Na véspera, vigiada e sem alternativa, ela se pergunta se renasceu.