A empresa enfrenta uma paralisação quando trabalhadores cercam o patrão, Carlos Lima, exigindo o pagamento dos salários atrasados. Carlos admite que a conta da empresa está vazia, reconhece a culpa e descreve o salário como essencial à sobrevivência das famílias. Ele promete restituir o dinheiro, inclusive vendendo bens pessoais como casa e carro, e pede que confiem nele. A pressão dos empregados cresce diante da promessa e da incerteza financeira. O episódio termina com os trabalhadores divididos entre aceitar a palavra de Carlos ou exigir ação imediata para garantir os salários.