Uma mulher grávida entra em cena no ônibus: com dores, pede o assento a um homem jovem que jurou, após voltar no tempo, não se envolver com Camila. Ele recusa, alegando dor de cabeça e que há lugares vagos. Outros passageiros o confrontam, exigindo empatia. A grávida implora para ao menos ser ajudada a ir até a parte de trás do veículo. A pressão cresce; ele teme o contato físico — 'se ela encostar em mim vai...' — e trava diante da escolha entre ceder ou manter distância, deixando o desfecho em aberto.