Um jovem não natural da vila é surpreendido por um morador ao pular perto de um rio proibido; o morador lembra as mortes e proíbe nadar. Ele revela ser da capital, trazido pela mãe para tratar uma doença. De volta à casa, ele encontra a avó, que exige que suba a montanha para colher verduras e insiste em obediência: “você é a única família que eu tenho”. A avó demonstra fragilidade e, numa virada, chama por Sofia: “quando eu me for, como você vai viver?” O episódio termina com o protagonista encarando a responsabilidade imediata sobre o futuro da família.