Após ser contida por desconhecidos, uma mulher é libertada e imediatamente confrontada por pessoas que dizem ser seus tios e que ela é Ana Freire. A mulher afirma ser Beatriz Silva; os tios citam a marca de nascença em forma de borboleta como prova. Um homem chamado Paulão reage agressivamente, perguntando quem ousa tocá-la. Para confirmar a identidade, os parentes pedem para ver um pingente de jade vermelho, e ela revela que o possui. Com essa evidência física exposta, a disputa sobre sua identidade exige uma decisão imediata.