Clarice enfrenta uma cobrança inesperada de 8 milhões por danos em seu celular, acusada por Joaquim Silveira, CEO do Grupo Silveira, de dever indenização pelo valor original do aparelho. A disputa escalona até a chegada de Matteo Faria, vice-presidente do Grupo Invar, que aparece devido ao sistema de alarme do celular de Clarice, indicando um impacto anormal e possível perigo. Matteo confirma que o aparelho é uma edição limitada e exclusiva, com alta tecnologia, ainda em fase de testes, cujo custo de produção justifica o valor exigido. O episódio termina com Clarice diante do laudo técnico e do contrato, pressionada a decidir seu próximo passo.