Num hospital cercado por revoltosos, um homem gravemente ferido não pode sair enquanto funcionários e moradores exigem sua remoção e o fechamento da unidade. Amanda e a Dra. Campos são acusadas; há gritos dirigidos a Júlia. Colegas confessam remorso por operações e transfusões — quem fala diz ter salvado João após três dias de cirurgia e ter doado sangue para Clara — e a pressão vira agressão física. Diante das ameaças, uma funcionária pede demissão. O paciente, sem memória, pede ajuda e promete vingança; o episódio termina com ordens para que todos parem, deixando o desfecho em aberto.