No Banco Alencastro, uma mulher chega com um monte de chaves e diz ser proprietária de várias caixas de depósito, acionando uma verificação. Um funcionário, referido como genro, exige ver os contratos; ela apresenta papéis antigos que coincidem com os números e carimbos das caixas. A equipe, surpresa com a possibilidade de cliente SVIP, se prepara para abrir as unidades. Na hora H, as chaves não são reconhecidas pelo sistema e as caixas não abrem. O episódio termina com o banco diante da necessidade de investigar a origem dos contratos ou negar o acesso imediato.