No banco Alencastro, a mãe da Srta. Avelar aparece para sacar o dote e provoca olhares de surpresa. Funcionárias, incluindo Cecília e Bianca, a ridicularizam por parecer pobre e por juntar garrafas e papelão. Ela afirma ser cliente super VIP e, pressionada, enumera fundos, ações, escrituras, joias e investimentos, revelando que tudo soma R$5 bilhões. A declaração inverte a humilhação em espanto: o banco enfrenta a necessidade imediata de verificar a fortuna antes de autorizar o saque, deixando em aberto se ela conseguirá sacar o dote naquele momento.