Um teste de DNA revela que Clara Mendes é filha biológica de um chefe, mudando o status de paternidade. Ele descobre que Isadora — apontada como filha legítima da família Mendes — e Clara foram ostracizadas e empobrecidas após o nascimento da menina. A sequência escala quando Clara e Isadora são feitas reféns; Clara implora "Papai, salva eu e a mamãe" enquanto alguém manda rastrear o celular. Isadora suplica pela filha perante um ancião da família, que a acusa e determina "dez varadas". Isadora se oferece ao castigo para proteger Clara; a libertação da menina fica em aberto.