Sofia, uma jovem, confronta seu pai sobre suas ações traiçoeiras contra a família, incluindo a traição ao avô e o assassinato da família do Primeiro-Ministro. Sua mãe, morrendo, alerta-a para fugir e não confiar nem no pai nem na avó. O pai dá a Sofia uma escolha cruel: obedecer e permanecer como sua filha, ou se juntar à mãe na morte. Em um momento de desespero e rejeição total, Sofia ameaça tirar a própria vida, declarando que na próxima existência buscará vingança contra seus inimigos. O episódio termina com a revelação de que ela renasceu, pronta para cumprir sua promessa.
A mulher renasce após completar 5.000 missões para um sistema. Agora, na mansão Gouveia, ela recorda como seu pai, Gustavo, se casou por ambição e culpou sua mãe. Determinada a evitar o destino trágico da mãe, ela decide não visitar a avó e, em vez disso, vai ver sua mãe. No caminho, encontra Isabela, que tenta ser falsamente amigável. A mulher ignora seus avanços, focada em seu plano urgente de tirar a mãe da mansão e mudar o curso dos eventos.
Sofia rejeita jantar com a avó, preferindo comer com a própria mãe. Enquanto isso, na mansão da avó Vera, chega um cozinheiro do palácio, um presente do Imperador pelo bom serviço do tio Hugo. Isabela comenta com Sofia sobre as iguarias enviadas, mas Sofia desdenha, dizendo que seu pai é apenas um oficial menor, enquanto ela, como neta do Primeiro-Ministro, pode comer o que quiser. Ela revela que na outra vida evitou falar dessa casa para não magoar alguém, mas agora planeja usá-la para subir socialmente e pisar em sua rival. A tensão aumenta quando Sofia é chamada por sua mãe, e ela sai correndo em sua direção.
Sofia, a filha do General, confessa à mãe que não quer mais visitar a avó paterna, que a despreza. Ela prefere ficar com a mãe, que a consola com doces enviados pela avó materna, Vera. Sofia pede para visitar Vera, mas a mãe lembra que o General proíbe idas à casa do Primeiro-Ministro. Quando Bianca, uma mulher da casa, chega com um recado da matriarca, Sofia desdenha dela em privado. Ela então presenteia uma servidora com dinheiro para roupas novas, contrastando com a situação de Bianca, e oferece comida especial do palácio, reafirmando sua conexão privilegiada com a avó materna.
Sofia e sua mãe, Maria, são chamadas pela matriarca da família. Sofia, que antes fingia ser ingênua para agradar, agora afirma entender que nunca será aceita por alguns membros, mas se sente protegida pelos outros. Ela decide mostrar a verdadeira face dessas pessoas à mãe. Ao entrar, encontram Isabela chorando. Sofia questiona o motivo do choro, lembrando que em outras ocasiões isso resultou em perder pertences dados por parentes que a apoiam, e sugere que Isabela peça diretamente o que deseja.
A discussão começa quando Sofia acusa a irmã mais nova, Isabela, de lhe roubar pincéis e tecidos. A avó fica aborrecida com a briga. Sofia, numa mudança tática, finge ter se enganado e elogia Isabela por 'guardar' seus pertences, mas imediatamente ordena que sua criada, Eva, vá ao pátio de Isabela recolher não só seus itens, mas também 'os itens de valor' da irmã, alegando que, como irmã mais velha, ela é quem deve guardar tudo. A manobra de Sofia deixa Isabela sem reação, pois sua propriedade é tomada sob um falso pretexto de cuidado.
A jovem Sofia, lembrando-se dos ensinamentos da avó sobre cuidar da irmã mais nova, Isabela, decide assumir a responsabilidade de guardar suas próprias coisas, contrariando a vontade da governanta Bianca. Irritada, Bianca confronta Sofia e sua criada, acusando-as de desobediência e de a desrespeitarem como autoridade da casa. Determinada a retomar o controle, Bianca ordena que o selo de comando da casa lhe seja entregue, declarando-se a nova mandatária. No entanto, Sofia e Isabela questionam a competência da avó para governar, temendo que seu analfabetismo e desconhecimento das regras da capital tornem a família um motivo de escárnio para seu pai, o general. O poder da casa agora está em disputa, e a decisão de quem realmente governará permanece em aberto.
No convívio familiar, Sofia provoca a avó por sua origem humilde e sugere que uma empregada, Célia, cuide dela, pois vêm do mesmo lugar. A situação causa tensão imediata. O pai de Sofia, Gustavo, chega e repreende a filha por irritar a avó, sugerindo que sua esposa deveria aprender com Célia a agradar a matriarca. Furiosa, Sofia confronta o pai, questionando como ele pode comparar sua mãe, uma senhora, com uma criada. A provocação de Sofia expõe uma hierarquia familiar rígida e coloca a relação entre os pais e a filha em um conflito aberto sobre status e respeito.
O General Gustavo confronta sua esposa Maria por ela e sua filha Sofia menosprezarem sua concubina Célia. Durante a discussão, Sofia acusa o pai de ter entregado o comando da casa a Célia e de ter batido em Maria, o que é considerado um abuso contra a esposa legítima. Com base no conselho de sua avó, Sofia ameaça levar a mãe para a casa da família dela. Para conter o escândalo e a influência da família de Maria, Gustavo é pressionado a pedir desculpas. No entanto, Sofia vai além e propõe uma solução definitiva: a expulsão de Célia.
Sofia questiona seu pai sobre por que ele está expulsando Célia, sua concubina, sem justificativa. Ela protesta contra a humilhação de sua mãe e acusa o pai de não manter sua promessa de ser monogâmico. A situação escala quando a avó intervém, lembrando à mãe de Sofia sua suposta incapacidade de gerar um herdeiro. Sofia então faz uma acusação chocante, insinuando que a avó foi responsável pela morte de seu irmão. Enfurecida, a avó ordena uma punição para a mãe de Sofia. No momento crucial, os tios de Sofia chegam, interrompendo a punição e confrontando a família sobre o tratamento dado à irmã e à sobrinha, que clamam por socorro.