Yasmin Castro aparece confusa ao reconhecer as mãos de um homem que alega suspeitar ser seu pai. Ele propõe um teste de ADN e promete cuidar dela se for filha, levando‑a com essa promessa. Ao chegar, outras pessoas no local a humilham — mandam‑na entrar, chamam‑na de suja e lembram que sua mãe nunca a deixou dormir na cama; uma voz acusa Isabel Castro de merecer a morte por ter mantido e maltratado a criança. O conflito entre acolhimento anunciado e hostilidade real fica exposto, com o teste pendente e o destino de Yasmin em aberto.