Durante uma cerimônia formal, Helena, mestra da família Suliani, nomeia Vitor — uma criança de seis anos criada por Gustavo — como novo mestre para restaurar o clã após a queda de seis meses. Membros presentes contestam a escolha, citando a juventude e a criação rural de Vitor, e pedem cautela. Helena insiste que Vitor é o neto legítimo e exige respeito. Arthur interrompe e afirma que existe outro neto de sangue, Caio, colocando em dúvida a legitimidade da nomeação. O episódio termina com a família dividida, prestes a decidir qual pretendente legitimar.