Num conselho familiar, membros pedem ao Sr. Patriarca que nomeie Caio como novo mestre, deflagrando disputa com o menino Vitor, de seis anos. Arthur é lembrado por ter adotado Caio desde o nascimento, e críticos dizem que isso o desqualifica por sangue. Caio rebate que sua educação e capacidade o tornam mais apto; anciãos e o bisavô passam a apoiá‑lo. A reunião escala entre defesa da tradição e avaliação prática, culminando no apoio a Caio e em sua promessa de restaurar a família. Agora resta saber se a nomeação sobreviverá às críticas sobre sua adoção.