Na véspera da Cúpula Empresarial, a família Suliani revela que o evento foi arranjado para favorecer Caio. O bisavô instrui Caio a avançar confiante; Caio insiste em vencer por mérito. Vitor, um garoto do interior, teme que o teste seja injusto. André, mestre da família Castro e aliado dos Suliani, avisa o líder sobre a afronta no túmulo ancestral cometida por Arthur e Heitor. O líder opta por manter a entrada deles para não expor o favorecimento, dizendo que dar esperança falsa aprofundará o desespero. Ordem final: não expor a relação nem a identidade. A competição segue com manipulação velada.