Na véspera da Cúpula Empresarial, o jovem Mestre Caio e o prodígio mirim Vitor entram em conflito: Caio planeja um truque para impedir Vitor de subir ao palco. Vitor, tratado como criança de seis anos e ridicularizado por não saber usar computador, recebe ajuda condescendente. A tensão explode quando um computador é quebrado por água; o dono, citado como irmão de Vitor, acusa-o de ter destruído o aparelho de propósito. Surgem acusações de armação e ameaça de punição. O episódio termina com Vitor acusado e à mercê da decisão sobre sua participação, enquanto a verdade permanece contestada.