Clara prometeu doar sangue para Camila, que teve uma recaída de septicemia, mas não vai ao hospital. Ao ser cobrada por familiares, ela recusa: "Que morra no hospital", e causa indignação. Um homem com quem ela se relacionava tenta barganhar com um jantar; ela o afasta e rompe. Clara recorda ter sacrificado seis meses restaurando um quadro para Camila e ainda receber desprezo. Ela decide viver à sua maneira e proteger a mãe, recusando obedecer à família. Quando outra cobrança pergunta "Por que você não foi pro hospital hoje?", a decisão de Clara permanece aberta.