Lucas é acusado de trapaça e os professores exigem que ele faça a prova B para provar sua inocência. Na sala, colegas e docentes duvidam que alguém tire nota máxima na prova B; observam que suas fórmulas não batem com o gabarito e que o sistema corrige automaticamente. A pressão cresce: colegas provocam, um parenta o repreende e ameaçam humilhar e expulsar a família se ele falhar. Lucas entrega a prova e o sistema começa a calcular a pontuação. A nota a ser divulgada em instantes decidirá se ele será punido ou se a suspeita continuará.