A rotina de uma vendedora de lingerie é interrompida por um anúncio: Gregório Lacerda, herdeiro bilionário, procura há cinco meses uma mulher que conheceu — comentário que ecoa na loja. Clientes e vizinhos especulam; a vendedora revela estar de cinco meses e grávida de trigêmeos, e que o pai ainda não sabe. Logo chega seu tio, exigindo que ela agrade o Sr. Santos sob ameaça, e um conhecido comenta ter colocado afrodisíaco. Ela promete trabalhar em dobro para sustentar os filhos. Com o anúncio e a pressão familiar no ar, resta saber se sua decisão será suficiente.
Há cinco meses alguém procura por 'aquela garota' sem pistas. No início do episódio, uma mulher afirma ter perdido a memória após uma dose forte e recebe a exigência: em três dias ela tem que se casar. Para cumprir o prazo, Sr. Gregório examina vários grupos de mulheres enquanto uma vendedora é repreendida e chamada. A pressão cresce até que lhe dizem que hoje ele deve escolher; Gregório surpreende ao anunciar: 'Vou casar com ela.' A declaração deixa todos atônitos e a escolha imediata permanece em aberto.
A jovem descobre estar grávida de trigêmeos e enfrenta a pressão da avó e da comunidade por um casamento. O pai é desconhecido, e ela teme criar três filhos sozinha enquanto trabalha por conta própria. Gregório Lacerda, único herdeiro do Grupo Lacerda, aparece oferecendo um casamento de conveniência: registro no cartório, ajuda para encontrar o pai das crianças e uma compensação financeira após o divórcio, sem obrigações conjugais. Confrontada pela oferta e pela necessidade prática, ela aceita assinar. A decisão sela um acordo temporário e deixa em aberto como isso afetará os bebês e o futuro dela.
Manuela começa a morar com o marido de fachada, Sr. Gregório, quando a avó passa a residir na casa e exige que ela se comporte como esposa. A rotina muda ao descobrirem que um bilhete de loteria comprado para Manuela vale R$30 milhões, aumentando as expectativas da família. Durante a festa, a avó lhe dá uma pulseira e declara apoio, mas Manuela recebe uma ligação agressiva que a pressiona a “voltar pra casar” e a interromper gestações — ela responde: “Eu já sou casada.” A avó anuncia: hoje é a noite de núpcias; o casal enfrenta uma escolha imediata.
Quando a avó anuncia que Manuela está grávida, manda Gregório dormir no mesmo quarto para cuidar dela. Gregório tenta se controlar e garante que não fará nada; Manuela diz que ele só casou para agradar a avó, devolve um presente e fala em divórcio. A avó coloca o Dr. Augusto para preparar as refeições. O médico serve Manuela, que chora ao considerar a comida deliciosa; ele chama o pai da criança de canalha. Surpreendentemente Gregório também passa mal e vomita. Dr. Augusto identifica 'síndrome simpática da gravidez', deixando em aberto como irão cuidar dos sintomas e da tensão.
A cena começa com a avó exigindo que Manuela, grávida, descanse e aceite mimos e passeios, enquanto Manuela resiste e afirma querer voltar a trabalhar. A avó lembra que o casamento com Gregório é só por contrato e pede a ele que arrume um cargo para Manuela no Grupo Lacerda, sem sobrecarregá‑la, dizendo que salário não é problema porque a empresa já é patrimônio dela. Manuela vai à empresa, exige a vaga e pede a Samuel que não conte a ninguém quem ela é, deixando em aberto se conseguirá manter o segredo ao assumir o cargo.
Melissa está casada de fachada, um segredo que colegas temem que o pai das crianças descubra; no escritório, cochichos sugerem que a nova funcionária foi trazida por Samuel e que Gregório, que pagou a faculdade de Melissa e a contratou, não aprovaria. Ela é instruída a arrumar suas coisas: Manuela ocupa a mesa. Manuela recebe tarefas domésticas — regar plantas, preparar frutas e sucos, alimentar Luka, o cachorro — e é informada de um salário mensal de 50 mil, com opção de reduzir trabalho. O episódio termina com Melissa deslocada, diante da presença inesperada de Manuela.
Manuela, grávida, é colocada por Sr. Gregório perto dele e enfrenta cochichos e hostilidade dos colegas, que a acusam de usar conexões e ameaçam tirá‑la do posto. Ela pede tratamento igual e tarefas reais. Recebe atribuições leves, mas logo é incumbida de organizar documentos para a manhã seguinte — trabalho que a alivia. Surge uma conversa sobre o casamento de Gregório e a busca pela 'mulher de cinco meses atrás'; alguém diz: 'Se ela não apareceu até agora, é porque não se importa comigo.' Enquanto Manuela ganha espaço, fica em aberto como esse passado afetará seu lugar na empresa.
Ao começar, uma mulher explode de raiva ao recusar uma pulseira barata e acusa um homem de tê-la engravidado três vezes, deixando uma ameaça explícita no ar. Na sequência, no ambiente de trabalho, a Sra. Manuela, grávida, passa a manhã sem almoçar; colegas se preocupam e a lembram de comer. O patrão, Sr. Gregório, anuncia refeições nutritivas diárias como benefício — segundo dizem, um gesto discreto após ela ter pegado um resfriado — e funcionários especulam que é por causa de Melissa. O benefício alivia o problema imediato, mas a acusação e os cochichos mantêm o conflito pessoal em aberto.
Manuela Monteiro, funcionária grávida contratada pelo RH, é confrontada no refeitório por colegas e pela mulher do Sr. Gregório depois de comer algo reservado a Melissa. Eles a insultam por ser solteira e grávida e exigem que saia do Grupo Lacerda. Melissa e aliados a acusam de desrespeitar a protegida do patrão. Manuela exibe seu contrato e se recusa a sair, mas os superiores anunciam que decidirão hoje, em nome do Sr. Gregório, expulsá-la. O episódio termina com sua vaga e futuro na empresa em risco iminente.