Uma universitária que faz massagem domiciliar para pagar o hospital da mãe é alertada na faculdade sobre um caso recente em que uma colega foi drogada e mutilada. Mesmo assim, ela aceita um atendimento marcado para às 20h na Vila Imperial. No local, um homem tenta forçá-la a despir-se e a situação vira agressão; ela implora e promete parar, sendo liberada. Depois é confrontada pela tia, cobrada por uma dívida do pai e ameaçada de cortar o oxigênio da mãe. Pressionada, ela conclui: "Posso não fazer massagem, faço outra coisa."