O grupo enfrenta fome: as ervas do outro lado acabaram e as cunhadas esperam por comida enquanto planejam procurar mais longe no dia seguinte. Antônio devia buscar ervas no morro, some e volta dizendo que não encontrou nada. Em vez disso traz arroz, e as mulheres se alegram por finalmente terem algo para comer. A descoberta alivia a emergência imediata, mas, ao ser questionado — 'Antônio, de onde veio essa comida?' — alguém repete 'Ela é minha cunhada...', deixando em aberto a origem do arroz e o próximo passo do grupo.