Uma mulher apresenta uma foto de casamento com máscaras para provar que é esposa de André; a base reage com desconfiança e insultos. Acusam-na de ser uma "vagabunda", mexem na sua mala e afirmam que trouxe roupas para seduzir homens, inclusive o genro. A hostilidade escala para ameaças de morte e de impedir que ela tenha filhos. Ela insiste: "O André é o meu marido!", mas a prova não a livra. Na confusão, um menino chamado Daniel cai e fica inconsciente; parentes tentam acordá‑lo. Um grito de "Pare!" interrompe a violência, deixando o desfecho em aberto.