É dia de casamento: dois cortejos chegam ao mesmo dia e as famílias levam as noivas ao pátio. Observadoras comentam as mãos de Isabela — ora macias, ora calejadas — e a ridicularizam, lembrando a mãe. Isabela responde que suas mãos servem para proteger a pátria, não para brincar com homens, recuperando autoridade no momento. Outra noiva se mostra arrogante e promete que o Duque punirá quem a desrespeitar. Na hora auspiciosa anunciam os acompanhantes — mas Sr. Tomás não aparece, deixando o segundo casamento em suspense.