Ana recebe uma ligação do hospital: os pais dela têm três meses de contas atrasadas e exigem 100 mil em três dias. No trabalho, um homem aparece, entrega um presente e pergunta quanto ela vem ganhando. Ele pede adiantamento de 100 mil, justificando que os próprios pais estão no hospital e que precisa sustentar irmãos. Para conseguir o dinheiro, propõe que Ana o acompanhe naquela noite e diz: "o que eu ganhar, é seu." Ela aceita e entram num estabelecimento onde a remuneração imediata é incerta — resta ver se conseguirá pagar as dívidas.