Na assembleia do Grupo Santos, uma mulher apresentada como filha ilegítima do segundo tio — Irina — é exposta e os diretores aprovam Gabriel como novo presidente. O conflito escala quando anunciam que o acordo deixado pelo pai de Irina foi anulado: testemunhas, incluindo José, afirmam que o presidente estava mentalmente confuso, tornando o testamento inválido. Alegam também que Irina nunca foi reconhecida oficialmente, portanto sem direito às ações. Ela grita que estão roubando, mas é declarada fora da herança; sua reação imediata fica em aberto.