Nesta cena, uma mulher descobre que o tecido do traje só aceitará tingimento se for feito com sangue verdadeiro, não com qualquer tinta. Ela acusa outra pessoa de ter mandado um homem morrer para evitar que ele use seu próprio sangue, revelando uma traição velada. Um homem se posiciona para defender a acusada e propõe oferecer o próprio sangue para tingir o traje, mostrando comprometimento sincero. Mesmo com resistência inicial dela, ele insiste que apenas seu sangue pode provar seus verdadeiros sentimentos, deixando o conflito sobre confiança e sinceridade em aberto.