Rosa, tratada por seus subordinados como 'chefe', organiza o grupo para 'dar uma forcinha' no restaurante onde um homem a quem ela chama 'amor' trabalha. No local, a equipe assume comando e pressiona os funcionários: um garçom é repreendido por lentidão, sofre descontos no salário e ameaça de demissão enquanto a equipe cobra eficiência dos atendentes. A situação escala com ordens ríspidas e humilhações públicas. A virada ocorre quando o homem aparece à porta e diz, surpreso: "Amor… é aqui que você trabalha? A-Amor?" Sua chegada expõe Rosa e deixa em aberto como ela vai responder.