Após se casar, Clarice abandonou uma oportunidade promissora para apoiar o Grupo FS e não recebeu salário durante três anos. Agora, seu cartão está bloqueado e ela enfrenta dificuldades financeiras, enquanto Bruno, seu marido, tenta controlá-la por dinheiro. Clarice recusa pedir ajuda aos pais debilitados e decide processar Bruno por não assinar seu contrato e dever salários. Encorajada pelo advogado Thomas, ela planeja a ação trabalhista, mas sabe que Bruno tem poder e influência para dificultar sua saída. A única ameaça real a ele é seu primo Otávio, inevitável na luta pela sua liberdade.