No reencontro dos quatro ex-trabalhadores da ferrovia, eles percebem que Bento não apareceu para o almoço, embora nunca se atrase. A situação desencadeadora é a ausência dele; logo relembram que Bento arriscou a vida para empurrá‑los quando um trem perdeu o controle e ficou sem um braço. Um dos amigos conta que o viu no Mercado da Rua Leste no mês passado, aceitou um almoço mas recusou ajuda. Como Bento guarda orgulho e raramente pede socorro, a tensão cresce: eles decidem esperar mais um pouco, inquietos sobre quando ou como ele pedirá ajuda.