De manhã, Júlia se prepara às pressas: cuida de Lucky, atende um telefonema e descobre que o novo presidente chegou antes do previsto. Em pânico, ela deixa a casa e corre ao escritório enquanto colegas alertam que o novo chefe é rígido e implacável; retocam a maquiagem e tentam não atrasar. Ao receberem o Sr. Silva, Júlia reconhece o homem e percebe que o novo chefe é seu ex-namorado. O episódio termina com ela parada diante dele, surpresa e sem saber como agir agora que o passado virou sua autoridade imediata.
Júlia e as colegas Fernanda e Letícia são apresentadas ao novo presidente do Grupo Astra. Durante o encontro as secretárias comentam sobre a aparência dele e descobrem que o homem — o Sr. Silva — foi galã na universidade; Júlia admite conhecê‑lo bem: ele é o ex que ela deixou há quatro anos. Abalada, ela foge após lembrar do término e da ordem "Não me procura mais". O Sr. Silva a procura, exige explicações e afirma que, agora que ela voltou à vida dele, não vai mais... O episódio termina com Júlia confrontada pelo chefe/ex e o emprego em jogo.
Júlia é alvo de fofocas no escritório quando colegas a confrontam sobre o Sr. Silva, alegando que ele é seu ex — lembram que ela o deixou há quatro anos e até 'roubou o cachorro' — e a aconselham a pedir demissão. Ela resiste, citando o salário e a promoção que conquistou. As colegas especulam se ele ainda a ama ou já casou. A situação escala quando o RH anuncia uma vaga de assistente temporária e, surpreendentemente, designa Júlia para o posto. Agora ela foi escolhida para trabalhar com o Sr. Silva a partir de amanhã.
Na sala de reuniões, Sr. Silva anuncia a transferência de uma funcionária e informa que o salário será ajustado pelo período de experiência; ela vê a queda de 18 mil para 12 mil e pede demissão. Júlia surge com olhos vermelhos, diz ser alergia, recusa o jantar dos colegas e aponta um problema na cláusula oito do contrato, pedindo sair cedo porque o cachorro Lucky está se adaptando. Fora do expediente, o chefe ordena que sigam um carro elétrico e manda: 'Bate nele.' A equipe enfrenta a escolha de obedecer a ordem arriscada, com consequências imediatas em aberto.
Um chefe ordena que um motorista provoque uma batida traseira para transformar um carro considerado 'inseguro' em perda total. A colisão atinge o Rolls-Royce de Sr. Silva; a dona do outro veículo fica furiosa e exige ressarcimento. Após o acidente, oferecem pagar ou a empresa cobrir a troca; dizem a Sr. Silva que a chave do carro novo estará no escritório amanhã. Alberto é repreendido e os presentes comentam com inveja. O episódio fecha com alguém pedindo carona e um "Espera!" que deixa as consequências imediatas em aberto.
Colegas parabenizam Júlia pela promoção e pelo aumento de 60% — o salário passa a vinte e oito mil e oitocentos. Ela arruma coisas, nega que vá pedir demissão e diz que ficará no Grupo Astra. O Sr. Silva a chama e lhe entrega dinheiro para cobrir um dano no carro, insistindo em pagar; alguém comenta que ele e a mãe costumam resolver problemas jogando dinheiro. Depois, uma colega manda Júlia trocar de vestido e acompanhá‑la a um cliente; Júlia tenta sair para trocar, mas é impedida, deixando a escolha imediata em aberto.
Júlia enfrenta duas pressões neste episódio: primeiro um homem casado, identificado como Sr. Silva, a provoca sobre intimidade enquanto ela afirma ter namorado; depois alguém oferece um milhão para custear o tratamento do pai se ela sair da vida de Alberto. Júlia recusa: 'eu não vou sair da vida do Alberto'. No hospital, o pai acorda, anuncia que a doença é incurável e logo morre. Sozinha, Júlia se culpa por ter rejeitado o dinheiro e encarar as consequências imediatas da escolha, com seu futuro emocional e financeiro em aberto.
Na empresa, Alberto aparece abatido após ter sido largado; colegas zombam de suas esperanças enquanto um homem o provoca por chorar. Paralelamente, Júlia, assistente, enfrenta assédio: o Sr. Cruz faz comentários ofensivos, toca nela e ela reage assustada. O clima escala quando executivos negociam e Cruz ameaça romper a parceria por causa de uma secretária. Em resposta, o Sr. Silva defende Júlia e surpreende a sala ao declarar: "Ela é minha namorada". A declaração muda o jogo e deixa pendente se a parceria resistirá à crise.
O Grupo Astra cancela a parceria com o Grupo Cruz; Sr. Silva manda segurança retirar alguém que implora para não perder o contrato. Depois, o chefe justifica que faria o mesmo por qualquer funcionária da Astra; a subordinada afirma serem apenas 'chefe e funcionária' e que não se iludirá. Alberto reaparece diante de sua noiva, Júlia, e Vitória o confronta por ter ficado quatro anos ausente, sugerindo que Júlia o deixou por dinheiro. Alberto rejeita a intromissão e recusa entrar no carro, deixando a tensão e a escolha por resolver o conflito em aberto.
Júlia inventa um endereço quando alguém pede sua casa para não revelar que roubou o cachorro. Mais tarde ela chega à porta do Sr. Silva; ele percebe o endereço falso e comenta que não a vê há quatro anos. Em seguida Júlia reencontra Lucky, tenta acalmar e cuidar do cão após a despedida prolongada. A sequência muda quando uma terceira pessoa a acusa: "Foi a Júlia que roubou ele" e a chama de "ladra de cachorro". O segredo fica exposto, deixando Júlia sob pressão e frente a um confronto imediato cujo desfecho permanece incerto.