A CEO do Grupo Mendes é surpreendida por cobradores que invadem seu local exigindo dez milhões de reais. Um segurança, que estava ali para consertar um cano, presencia a abordagem. Os homens humilham e ameaçam a mulher, sugerindo que ela terá de usar o corpo caso não pague, e lembram que a família Mendes perdeu poder. Ela se recusa e os chama de nojentos, mas os cobradores aumentam a pressão. No fim, a presença do segurança vira o ponto decisivo: resta saber se ele vai protegê-la ou permitir que os agressores cumpram a ameaça.