Na clínica, um médico confirma que a paciente — a mãe — tem câncer de estômago e apresenta lesões antigas e novas por agressões físicas, além de desgaste por trabalho e estresse. Em casa, a situação escala: Carlos insulta e ameaça a família; o filho chega exigindo dinheiro e alguém ameaça matar quem bater na mãe de novo. O diagnóstico vira tudo: o médico estima, na melhor das hipóteses, um ano de vida. A família fica com prazo curto e a ameaça de Carlos permanece, forçando uma decisão imediata.