Manifestantes aparecem na casa de Camila cobrando indenização pela fábrica do pai, que desabou e matou mais de dez pessoas. Eles exigem pagamento, chegam a fazer ameaça sexual e prometem ir até a casa do marido se o dinheiro não aparecer. Há empurra-empurra; uma pessoa que se diz irmã tenta defender a vítima. Ana chega para acalmar e uma jovem sugere largar a escola para trabalhar; a mais velha recusa e garante que resolverá o dinheiro — até pensando em pedir emprestado a Pedro. Com meia mês de prazo, a família corre para levantar os fundos enquanto a ameaça permanece.