Ana é surpreendida em casa por um grupo que a acusa de dever 2 milhões e de ter sujado a roupa do irmão de um dos homens; há ameaças de castigo e até menção a "quebrar osso custa 5.000". Pedro surge imóvel depois de receber um sapato sujo, enquanto a pressão aumenta e familiares apontam Marina como possível culpada. Os cobradores exigem pagamento imediato e recusam desculpas. No clímax, alguém — aparentemente disposto a pagar — impõe uma condição: "vocês têm que fazer uma coisa pra mim". A exigência fica sem resposta, deixando a consequência imediata em aberto.