Alina desmaia na escola por hipoglicemia e volta assustada; colegas a insultam por disputar o mesmo pai, e a professora é chamada. Gael, que ela conheceu quando criança, intervém: afasta os agressores, leva Alina para casa e lhe dá um docinho para controlar a glicemia, prometendo protegê-la. À noite, a cena muda para Gael na plateia de uma execução; um oficial o avisa que é a primeira vez dele e minimiza a condenada. Quando a execução começa, alguém grita "Alina!", ligando as duas linhas narrativas e deixando em aberto quem é a condenada.