A Rainha Fênix usa metade de sua vida e poder para salvar seu Consorte durante um parto perigoso, sacrificando seu sangue do coração para garantir o nascimento de seu filho. Ela acredita estar protegendo o homem que ama, que afirma ser um príncipe caído. No entanto, após ela desmaiar exausta, o Consorte revela sua verdadeira traição: ele planejou tudo para roubar seu poder e gerar um herdeiro para seu próprio clã demoníaco. Enquanto a rainha está inconsciente, ele e uma mulher no local decidem trocar o bebê recém-nascido por outro.
A Deusa Nüwa concede o jade sagrado a uma descendente da Fênix. Após despertar, a mulher ouve a voz interior de Flora e descobre uma traição: seu filho legítimo foi trocado por um bastardo gerado por Flora e Cael, um homem a quem ela havia poupado. Enfurecida, ela ordena a prisão de Cael e decreta que todas as crianças ainda não nascidas do clã Fênix sejam reunidas e protegidas por uma barreira mágica. Seu plano é trocar as crianças de volta no momento certo, jurando fazer com que Flora e Cael se arrependam ao descobrirem que a criança que maltratarem será seu próprio filho. A chegada da Princesa Yara encerra o episódio, deixando o desfecho da troca iminente.
A princesa Yara é recebida com grandes expectativas para o teste de poder espiritual. Sua tia e prima, Diana, tentam bajulá-la, apresentando-lhe uma rara erva mística para ajudá-la no exame. No entanto, a tia revela seu verdadeiro plano cruel: ela força a própria filha, Diana, a ingerir a erva perigosa não refinada para testar suas propriedades e garantir que seja segura para Yara. Diana protesta, temendo pela própria vida devido ao seu cultivo fraco, mas é obrigada a comer. Enquanto Yara expressa sua preocupação, a tia justifica a ação como um sacrifício necessário pelo futuro do clã, ignorando qualquer apelo. O episódio termina com Diana sendo forçada a engolir a erva, deixando seu destino desconhecido e a lealdade familiar em questão.
Diana sofre os efeitos torturantes do veneno de fogo, enquanto sua mãe e sua tia, a Rainha Fênix, observam sua agonia. Apesar de Yara pedir ajuda, Diana acusa sua irmã e a Rainha de serem a causa de seu sofrimento. Posteriormente, um mensageiro enviado pela Rainha leva o antídoto para Diana. Ela, cheia de ressentimento, rejeita o gesto como hipócrita, mas toma o remédio e melhora. Aproveitando um momento de descuido do mensageiro, Diana ataca o pássaro e ordena que ele leve uma ameaça de volta para a Rainha Fênix.
Uma mulher encontra sua filha, Diana, perturbada após receber um frasco de elixir da Rainha Fênix, que aliviou sua dor. A mulher acusa a Rainha de tentar comprar a lealdade da filha e a acusa de traição, revelando que o mensageiro era um espião. Irritada, ela espanca Diana, que culpa a Rainha pela armadilha. Durante uma cerimônia de teste, a princesa Yara recebe uma bênção ancestral, mas falha em ativar o selo real crucial. A mulher, frustrada, culpa o sangue bastardo de Yara e percebe que seu plano de 16 anos está em risco se o selo não for ativado em três dias, convocando Diana para uma nova estratégia.
Durante o teste de ativação de poderes, Diana falha e é chamada de inútil. Sua mãe, Flora, propõe à Rainha Mãe usar o sangue puro de Diana para criar um Elixir de Sangue Ancestral, destinado a ajudar a outra filha, Yara, a despertar seu potencial e tornar o clã Fênix imbatível. Diana protesta e implora à mãe, mas Flora insiste, alegando que o sacrifício vale pelo bem do clã. Com o consentimento da Rainha Mãe, Diana é levada para um ritual cruel que promete destruir seu corpo e alma, enquanto o destino da jovem parece selado.
Para garantir que sua sobrinha Yara alcance poder máximo, uma mulher conhecida como Rainha força sua irmã, Flora, a realizar um ritual sacrificial que extrai o sangue da própria filha dela, Diana. Apesar dos apelos de Diana e da intervenção de um homem chamado Cael, que alerta para as consequências, Flora segue adiante com a extração do sangue. Determinada a alcançar a glória do clã, a Rainha ordena que o processo seja acelerado, levando Diana a gritar por socorro, enquanto o ritual avança rumo a um desfecho trágico e irreversível.
Uma mulher acusada de provocar discórdia recebe uma Pílula de Proteção das Veias para mantê-la viva, mas apenas para que seu sangue real possa ser drenado e sua alma refinada em um elixir. Ela percebe que sua mãe, a Rainha Fênix, a salvou por pura crueldade, para prolongar seu sofrimento. Enquanto isso, em uma cerimônia, outra mulher, Yara, é celebrada como a nova herdeira. A mulher prisioneira, Diana, consegue refinar a pílula em segredo, revelando que Yara carrega seu sangue, enquanto a verdadeira filha da rainha está à beira da morte. No final, a rainha é confrontada com a verdade sobre sua filha biológica.
Acordando fraca após ter seu sangue drenado para a produção de pílulas, Diana é levada por sua tia até a perigosa Montanha das Feras e lá abandonada para morrer. Enquanto isso, sua prima Yara confronta a tia, indignada com o tratamento cruel dado à Diana. Diana, no limite, desabafa sua revolta, acusando Yara de usar o poder espiritual adquirido com o sangue dela. Apesar da tensão, Yara é afastada do conflito. Com a cerimônia de ascensão de Yara ao trono marcada para o dia seguinte, a tia justifica seus atos cruéis como sacrifícios necessários pelo bem maior, deixando o destino de Diana em aberto na montanha hostil.
Uma mulher planeja um golpe para usurpar o trono imperial durante a cerimônia de investidura no Salão da Fênix. Ela ordena que seus homens de elite se infiltrem e substituam os guardas nas quatro torres, mantendo controle total e bloqueando todas as saídas ao primeiro sinal de problema. Seu objetivo é capturar a Rainha Fênix após a cerimônia, destruir seu poder e assumir o controle do clã. No entanto, um observador oculto, que ouviu todo o plano, apenas comenta com desdém, sugerendo que a conspiração já foi descoberta, enquanto a traiçoeira celebra antecipadamente sua vitória.