Antônio acorda desorientado no ano da fome e descobre que todos os homens da família morreram; ele é o único homem sobrevivente. Cinco cunhadas e uma sobrinha pequena o encontram; as mulheres o alimentam com o último alimento da casa depois que ele desmaia de fome. Enquanto elas lamentam a perda dos irmãos e discutem como seguir, Antônio percebe que nunca valorizou a ajuda delas. As cunhadas passam a cuidar dele e, tocado, ele promete assumir a responsabilidade. Agora terá de provar que pode protegê-las e garantir a sobrevivência da família.
Durante a fome, uma família luta para comer: o pão está duro como pedra, crianças e mãe reclamam, e alguém precisa falar firme para que as mulheres comam. Lurdes, Antônio e uma cunhada concordam em dividir o pão para terem força e buscar mais comida. Uma busca na cozinha revela apenas algumas folhas e que o ano foi ruim — até a casca das árvores sumiu. Com a comida acabando e sem alternativas claras, alguém encontra algo inesperado: 'Isso é... um anel mágico?' A descoberta deixa o grupo sem decisão imediata, abrindo um novo impasse.
Quando o Sistema ativa um Espaço especial com uma Fonte Pura e cinquenta hectares, a família comemora a chance de nunca mais passar fome. Antônio encontra as ervas que Lurdes e Sônia cavaram e a disputa pela comida revela um histórico: Juliana — noiva do original dono — recebia privilégios que, segundo as legendas, deixaram os irmãos famintos. Joana implora que Antônio não entregue nada a ninguém; as outras mulheres duvidam de sua mudança. Antônio promete parar de favorecer Juliana e diz que vai tentar outra solução, deixando em aberto se conseguirá sustentar a família.
Antônio expulsa as mulheres da casa e afirma que é quem manda, desencadeando o conflito imediato. Lurdes, Noémia e Vanessa constataram que não há mais comida e combinam de buscar ervas, temendo ficar sem nada quando Antônio leva tudo para Juliana. Algumas cunhadas querem deixá‑lo por ingratidão, mas Sônia, como cunhada mais velha, defende Antônio, lembra que ele faz parte da família Guedes e ameaça expulsar quem falar mal. Lurdes pede desculpas. O episódio termina com Lurdes chamando Antônio e perguntando se ele algum dia entenderá, deixando em aberto se ele mudará e como conseguirão alimento.
Iniciando com Álvaro coletando ervas para trocar por mantimentos e garantir que suas cinco cunhadas não passem fome, o episódio mostra moradores confrontando-o por caçar e supostamente se aproveitar da sorte. Acusações surgem — que ele fica com metade das presas como “proteção”, que é preguiçoso e cruel — e um homem ameaça ficar com as cunhadas quando Álvaro morrer de fome. Antônio tenta acalmar, mas a discussão escala; Álvaro se defende e provoca, e a cena termina com o desafio “Vamos ver quem pega quem!”, deixando a disputa por recursos em aberto.
O grupo enfrenta fome: as ervas do outro lado acabaram e as cunhadas esperam por comida enquanto planejam procurar mais longe no dia seguinte. Antônio devia buscar ervas no morro, some e volta dizendo que não encontrou nada. Em vez disso traz arroz, e as mulheres se alegram por finalmente terem algo para comer. A descoberta alivia a emergência imediata, mas, ao ser questionado — 'Antônio, de onde veio essa comida?' — alguém repete 'Ela é minha cunhada...', deixando em aberto a origem do arroz e o próximo passo do grupo.
Em plena fome, Antônio revela um estoque de alimento que os pais guardaram para o dote de Juliana; a família decide cozinhar imediatamente para sobreviver. Quando ele convida todos à mesa, as mulheres da casa recusam, citando um costume que as impede de se sentar. Diante da necessidade, Antônio anuncia que dali em diante todos comerão juntos e que a regra não vale mais. Alguns duvidam se ele realmente mudou e lembram questionamentos sobre o passado. O episódio termina com a mesa posta, a decisão tomada e a mudança ainda por ser aceita.
Durante uma refeição comunitária, Antônio promete que ninguém mais passará fome e organiza uma coleta de ervas no dia seguinte, dividindo as mulheres em duplas. No mato, Tânia é mordida por uma cobra venenosa e o grupo corre para tirar o veneno. Antônio, como único homem presente, se impõe e tenta intervir; uma mulher que se identifica como sua cunhada o repreende, dizendo que aquilo não é certo. As outras exigem que ele solte Tânia; o episódio termina com a autoridade de Antônio sendo contestada e o desfecho imediato em aberto.
Após Tânia ser mordida por uma cobra, Antônio remove o veneno e aplica um remédio enquanto Sônia o defende das acusações, afirmando que ele só queria salvar a cunhada. Mais tarde, Lurdes grita por socorro: Álvaro aparece com um coelho, provoca e acaba forçando alguém, transformando a cena em confronto físico. Joana protege a filha e ameaça retaliar se for tocada. Antônio é chamado para intervir, mas é humilhado como “inútil” e acusado de ter batido em alguém, deixando em aberto sua inocência imediata e a segurança da família.
Num ano de fome severa, Antônio Guedes transmigra para um corpo preguiçoso e sobrevive graças a cinco lindas cunhadas que o amparam. Acidentalmente desperta um Sistema de Espaço, que lhe confere poderes para melhorar a vida familiar. A rápida ascensão provoca a inveja do primo Álvaro, que trama arruinar Antônio para ficar com as cunhadas; cada golpe é rebatido e humilhante para o conspirador. Antônio não só protege as mulheres como mobiliza aldeões a plantar amendoim para enfrentar a seca. Ao revelar uma cilada armada por tiranos locais, ele vê sua lealdade testada e, surpreendentemente, desenvolve um romance com as cinco. Após superar a crise, encontra água vital, monta uma caravana comercial e transforma miséria em riqueza e felicidade.