Maria está prestes a ser despedida após ser humilhada pela diretora de investimentos, que exige que ela ajoelhe e implore para manter o emprego. Sob pressão e rejeitando a humilhação, Maria reluta mas acaba cedendo para não perder a chance de ser efetivada. A diretora então é penalizada por assédio moral e sofre rebaixamento com suspensão salarial. Samuel, testemunha da situação, confirma que a promessa foi cumprida. Maria recebe a notícia da efetivação enquanto enfrenta olhares hostis, encerrando o episódio com sua situação no trabalho incerta, mas com uma possível revanche à vista.