Durante a fase mais crítica do Projeto Prometeu, um funcionário da empresa tenta tirar uma folga para acompanhar a emergência da mãe em reanimação, mas é rigidamente proibido pelo gerente que afirma que pedir licença é proibido mesmo em situações urgentes. O funcionário insiste, mas o gerente se recusa a abrir exceção, alegando que a empresa não obriga ninguém a trabalhar além do previsto, mas não aceita licenças. A situação se intensifica com ameaças e confronto físico, terminando com o gerente impondo uma escolha clara: obedecer ou sair da empresa.