Num hospital, uma pessoa admite ter atropelado Mariana e fugido, enquanto familiares a confrontam sobre a culpa. Luan aparece exigindo reparação; a confissão confirma que Mariana permanece em coma e que o confessante se sente condenado. O pai do confessante recebe alta do perigo e é levado ao leito, o que provoca revolta — por que a vida dele vale mais que a dela? Em vez de prisão, Luan impõe uma nova punição: a partir de hoje o confessante deve cuidar de Mariana até ela acordar. O episódio termina com essa obrigação e o futuro incerto de ambos.