Quando um colega morre de dissecção da aorta, chegando ao hospital ainda com arquivos da empresa, a equipe se volta contra Celina. Colegas a acusam de provocar prejuízos, culpa na mídia, queda das ações e cancelamento de contratos; exigem que ela assuma a responsabilidade e expliquem por que não foi com o colega. Celina rebate lembrando que sempre cobriu os projetos deles, anuncia sua demissão e recusa a entrega de tarefas. Ao pedir a transferência, a equipe é informada de que os projetos estavam com ela — e que já formatou o computador, deixando o processo de responsabilização em aberto.