Na casa dos Suliani, o menino Vitor, de seis anos, chama atenção ao repreender duas jovens da família por não cumprimentarem os mais velhos. As irmãs o ridicularizam, acusando-o de ser caipira; a avó, Sra. Helena, elogia a educação de Vitor e o convida a tomar café. Depois, alguém encontra uma peça de caligrafia no quarto de Vitor; as mulheres duvidam que um garoto do interior saiba escrever assim. Ao rasgarem parte do documento, Raquel lamenta: aquilo pode valer uma fortuna. Sra. Helena manda Rita buscar o manuscrito original, deixando em aberto o que a peça provará.