A família Suliani apresenta à alta sociedade o filho perdido — um menino de seis anos vindo do interior — e os convidados passam a zombar do seu jeito e da roupa. Comparações com nosso Diego e insultos sobre o fedor de pobreza transformam a recepção em motivo de piada. Um parente reclama que trazer o menino só serviu para humilhar a família; outro aponta que zombar do filho é desrespeitar o pai. O pai reage chamando o garoto de insolente; um defensor repreende os que apontam e falam pelas costas, deixando em aberto se a família aceitará a criança ou reagirá.